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Trabalhos Originais
Estudo comparativo entre misoprostol e placebo para o amadurecimento cervical e indução do parto
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):457-462
05/04/1998
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Trabalhos OriginaisEstudo comparativo entre misoprostol e placebo para o amadurecimento cervical e indução do parto
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):457-462
05/04/1998DOI 10.1590/S0100-72031998000800005
Visualizações31Objetivo: avaliar a eficácia e segurança da aplicação intravaginal de misoprostol para amadurecimento cervical e indução do parto em gravidez a termo quando comparado com placebo.Pacientes e Métodos: cinqüenta e uma mulheres com gestação de alto risco, a termo, e cérvix imatura foram alocadas em estudo duplo cego para aplicação de misoprostol intravaginal (40 mg de 4/4 h) ou placebo intravaginal (4/4 h). Resultados: entre as 51 pacientes estudadas, 32 receberam misoprostol e 19 receberam placebo. Os grupos foram homogêneos quanto à idade materna, idade gestacional, paridade e indicação para indução (p > 0,05). No grupo Misoprostol observamos 87,5% de eficácia e no grupo placebo 21,1% de eficácia (p=0,0000087). Em relação à via de parto, no grupo Misoprostol 75% dos partos foram vaginais e 25% cesáreos, Já no grupo placebo, apenas 32% foram partos vaginais e 68% cesáreos (p = 0,0059). O Apgar neonatal foi semelhante em ambos grupos. Conclusão: misoprostol se apresentou extremamente eficaz e seguro no amadurecimento cervical e indução do parto, surgindo como nova opção em obstetrícia em gestações de alto risco, a termo, com cérvix imatura e com necessidade de resolução do parto a curto prazo.
Palavras-chave: Gestação de alto riscoParto InduzidoProstaglandinaResolução da gravidezTrabalho de partoVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Trabalhos Originais
Folato, vitamina B12 e ferritina sérica e defeitos do tubo neural
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):449-453
05/04/1998
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Trabalhos OriginaisFolato, vitamina B12 e ferritina sérica e defeitos do tubo neural
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):449-453
05/04/1998DOI 10.1590/S0100-72031998000800004
Visualizações46Objetivo: verificar os níveis de folatos, vitamina B12 e ferritina em pacientes cujos fetos apresentaram defeitos de tubo neural (DTN). O folato sangüíneo e a vitamina B12 atuam como cofatores para as enzimas envolvidas na biossíntese do DNA. A interrupção deste processo pode impedir o fechamento do tubo neural. A suplementação vitamínica contendo folato pode reduzir as taxas de ocorrência de defeitos de tubo neural, embora exista a preocupação de que esta prevenção possa mascarar a deficiência de vitamina B12. Métodos: dosagens de vitamina B12 e ferritina pelo método de enzimaimunoensaio com micropartículas e a dosagens de ácido fólico pelo método de captura iônica (IMx ABBOTT). Resultados: a porcentagem de gestantes com deficiência de vitamina B12 (níveis séricos < 150 pg/ml) foi de 11,8%. Não houve nenhum caso de deficiência de folato (níveis séricos < 3,0 ng/ml). A prevalência de gestantes com deficiência nos estoques de ferro foi de 47,1% (níveis séricos < 12 ng/ml). Conclusões: com os resultados encontrados neste estudo (prevalência de 11,8% de deficientes em vitamina B12 e 0% de deficiência de folato), sugerimos que a suplementação se realize após a determinação da vitamina B12 sérica.
Palavras-chave: Ácido fólicoDefeitos do tubo neuralMalformações fetaisPré-natalSuplementação vitamínicaVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Trabalhos Originais
Índice de líquido amniótico: variabilidade inter e intra-observador
- Marcelo Braga Molinari,
- Francisco Mauad Filho,
- José Eduardo Chúfalo,
- Adilson Cunha Ferreira,
- Paulo Ricardo Pagnano, [ … ],
- Rogério Braga Molinari
05/04/1998
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Trabalhos OriginaisÍndice de líquido amniótico: variabilidade inter e intra-observador
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):443-448
05/04/1998DOI 10.1590/S0100-72031998000800003
- Marcelo Braga Molinari,
- Francisco Mauad Filho,
- José Eduardo Chúfalo,
- Adilson Cunha Ferreira,
- Paulo Ricardo Pagnano,
- Manoel Britto Bürgos,
- Rogério Braga Molinari
Visualizações36Ver maisObjetivo: demonstrar a variação interobservador da medida ultra-sonográfica do índice de líquido amniótico (ILA) e da medida da área dos bolsões, bem como realizar uma comparação entre estes dois parâmetros. Além disto, procurou-se estabelecer a variação intra-observador existente na medição deste índice. Métodos: foram estudados os valores do ILA, como descrito por Phelan et al.18 , de um grupo de oitenta gestantes, consideradas clinicamente normais, atendidas na Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Médica Ribeirão Preto e no Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP – USP). Todas as gestantes apresentavam idade gestacional acima de 24 semanas. Deste grupo, cinqüenta pacientes submeteram-se à avaliação do ILA por cinco ultra-sonografistas diferentes, com o uso do mesmo equipamento e no mesmo período de tempo, procurando-se estabelecer a variação interobservador deste índice. Além disto, foi realizada a medida planimétrica da área por parte de dois destes cinco ultra-sonografistas escolhidos aleatoriamente, na tentativa de verificar a variação interobservador na medida da área. Outro grupo composto por trinta gestantes foi avaliado por um mesmo observador ultra-sonografista na tentativa de se realizar a avaliação da variação intra-observador na medição do ILA. Resultados: observamos uma variação interobservador significante na medição do ILA e significante na medição da área. Não obstante, a variação intra-observador na medida do ILA foi considerada não-significante. Houve uma correlação entre as medidas do ILA e da área. Conclusões: o ILA apresenta maior aplicabilidade em relação à medida da área, além da maior facilidade de obtenção.
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Trabalhos Originais
Complicações perinatais em gestantes com e sem vaginose bacteriana
- José Antônio Simões,
- Paulo César Giraldo,
- José Guilherme Cecatti,
- Rodrigo P. S. Camargo,
- Aníbal Faúndes
05/04/1998
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Trabalhos OriginaisComplicações perinatais em gestantes com e sem vaginose bacteriana
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):437-441
05/04/1998DOI 10.1590/S0100-72031998000800002
- José Antônio Simões,
- Paulo César Giraldo,
- José Guilherme Cecatti,
- Rodrigo P. S. Camargo,
- Aníbal Faúndes
Visualizações34Objetivos:comparar a freqüência de trabalho de parto prematuro (TPP), prematuridade, rotura prematura de membranas (RPM) e RN de baixo peso (< 2.500 g) em gestantes com Vaginose Bacteriana (VB). Verificar a validade da investigação rotineira de VB durante o pré-natal. Métodos:foram estudadas 217 mulheres com idade gestacional entre 28 e 32 semanas (35 com VB e 182 sem VB). O diagnóstico de VB foi realizado por meio dos critérios clínicos de Amsel. Os dados foram analisados através do teste de chi² , exato de Fisher, Mann-Whitney e Risco Relativo. Resultados:as incidências de TPP, prematuridade, RPM e baixo-peso ao nascimento foram maiores no grupo de gestantes com VB do que no grupo-controle (29,4% vs 3,8%; 28,6% vs 3,3%; 22,9% vs 10,4%; 20,0% vs 3,3%, respectivamente). As médias da idade gestacional e do peso ao nascer foram significativamente menores nos recém-nascidos das mães portadoras de VB (265,8 dias vs 279,9 dias; 2.958 g vs 3.294 g, respectivamente). Conclusões:todas as complicações perinatais estudadas estiveram significativamente associadas com a presença de VB não-tratada durante a gestação. Portanto, sugerimos que se deve incluir o diagnóstico e o tratamento adequados da VB na rotina de atendimento pré-natal nos serviços de obstetrícia, pois tal medida poderá ser efetiva na redução destas complicações perinatais.
Palavras-chave: Complicações da gravidezInfecçõesPrematuridadeRutura prematura de membranasVulvovaginiteVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Editorial
Porquê o título de especialista em ginecologia e obstetrícia da FEBRASGO?
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):435-435
05/04/1998
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EditorialPorquê o título de especialista em ginecologia e obstetrícia da FEBRASGO?
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(8):435-435
05/04/1998This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Resumos de Teses
Estudo Prospectivo, Comparativo da Isradipina e Atenolol no Tratamento de Gestantes Hipertensas
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(10):578-578
04/04/1998
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Resumos de TesesEstudo Prospectivo, Comparativo da Isradipina e Atenolol no Tratamento de Gestantes Hipertensas
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(10):578-578
04/04/1998DOI 10.1590/S0100-72031998001000008
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Resumos de Teses
A Placenta da Gestante Diabética
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(10):577-577
04/04/1998
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Resumos de TesesA Placenta da Gestante Diabética
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(10):577-577
04/04/1998This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Resumos de Teses
Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (Mapa) em Pacientes com Doença Hipertensiva Específica da Gestação: Correlação dos Achados com o Grau de Proteinúria
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(10):577-578
04/04/1998
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Resumos de TesesMonitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (Mapa) em Pacientes com Doença Hipertensiva Específica da Gestação: Correlação dos Achados com o Grau de Proteinúria
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 1998;20(10):577-578
04/04/1998DOI 10.1590/S0100-72031998001000007
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Review Article
A meta-analysis of ferric carboxymaltose versus other intravenous iron preparations for the management of iron deficiency anemia during pregnancy
- Sanjay Gupte
,
- Ashis Mukhopadhyay
,
- Manju Puri
,
- P. M. Gopinath
,
- Reena Wani
,
[ … ], - Onkar C. Swami
15/03/2024
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Review ArticleA meta-analysis of ferric carboxymaltose versus other intravenous iron preparations for the management of iron deficiency anemia during pregnancy
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo21
15/03/2024- Sanjay Gupte
,
- Ashis Mukhopadhyay
,
- Manju Puri
,
- P. M. Gopinath
,
- Reena Wani
,
- J. B. Sharma
,
- Onkar C. Swami
Visualizações439Abstract
Objective:
We conducted a meta-analysis of randomized clinical trials evaluating the clinical effects of ferric carboxymaltose therapy compared to other intravenous iron in improving hemoglobin and serum ferritin in pregnant women. We also assessed the safety of ferric carboxymaltose vs. other intravenous iron.
Data source:
EMBASE, PubMed, and Web of Science were searched for trials related to ferric carboxymaltose in pregnant women, published between 2005 and 2021. We also reviewed articles from google scholar. The keywords “ferric carboxymaltose,” “FCM,” “intravenous,” “randomized,” “pregnancy,” “quality of life,” and “neonatal outcomes” were used to search the literature. The search was limited to pregnant women.
Selection of studies:
Studies related to ferric carboxymaltose in pregnancy were scanned. Observational studies, review articles, and case reports were excluded. Randomized studies in pregnant women involving ferric carboxymaltose and other intravenous iron formulations were shortlisted. Of 256 studies, nine randomized control trials were selected.
Data collection:
Two reviewers independently extracted data from nine selected trials
Data synthesis:
The final effect size for increase in hemoglobin after treatment was significant for ferric carboxymaltose vs. iron sucrose/iron polymaltose (standard mean difference 0.89g/dl [95% confidence interval 0.27,1.51]). The final effect size for the increase in ferritin after treatment was more for ferric carboxymaltose vs. iron sucrose/iron polymaltose (standard mean difference 22.53µg/L [-7.26, 52.33]). No serious adverse events were reported with ferric carboxymaltose or other intravenous iron.
Conclusion:
Ferric carboxymaltose demonstrated better efficacy than other intravenous iron in increasing hemoglobin and ferritin levels in treating iron deficiency anemia in pregnant women.
Palavras-chave: AnemiaFerric carboximaltoseFerric oxideferritinhemoglobinIntravenous ironIron polymaltoseIron sucroseIron-deficiency anemiaPregnancysaccharatedVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. - Sanjay Gupte
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Original Article
Transforming growth factor beta-1 (TGF-β1) expression in patients with adenomyosis
- Andreia Jacobo
,
- Renata Fogaça Borges
,
- Carlos Augusto Bastos de Souza
,
- Vanessa Krebs Genro
,
- João Sabino Cunha-Filho
09/04/2024
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Original ArticleTransforming growth factor beta-1 (TGF-β1) expression in patients with adenomyosis
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo31
09/04/2024- Andreia Jacobo
,
- Renata Fogaça Borges
,
- Carlos Augusto Bastos de Souza
,
- Vanessa Krebs Genro
,
- João Sabino Cunha-Filho
Visualizações421Ver maisAbstract
Objective:
To compare Transforming growth factor beta-1 (TGF-β1) expression in patients with and without adenomyosis.
Methods:
A prospective design was performed including 49 patients submitted to hysterectomy. Immunohistochemistry was performed on anatomopathological samples staged in paraffin blocks from patients with and without adenomyosis. The sample contained 28 adenomyosis cases and 21 controls. Student’s t-test and multivariate logistic regression tests were used for statistical analysis. Associations were considered significant at p < 0.05.
Results:
We found no significant association between adenomyosis and: smoking (p = 0.75), miscarriage (p = 0.29), number of previous pregnancies (p = 0.85), curettage (p = 0.81), pelvic pain (p = 0.72) and myoma (p = 0.15). However, we did find a relationship between adenomyosis and abnormal uterine bleeding (AUB) (p = 0.02) and previous cesarean section (p = 0.02). The mean TGF-β1 intensity (mean ± SD) in the ectopic endometrium of women with adenomyosis showed no significant association (184.17 ± 9.4 vs.184.66 ± 16.08, p = 0.86) from the topic endometrium of women without adenomyosis.
Conclusion:
TGF-β1 expression was not increased in the ectopic endometrium of women with adenomyosis.
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-
Original Article
Gender affirming hormone therapy and transgender women fertility: Histologic predictors of germ cell presence
- Lina Rigodanzo Marins
,
- Tiago Elias Rosito
,
- Lucia Maria Kliemann
,
- Edson Capp
,
- Helena von Eye Corleta
09/04/2024
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Original ArticleGender affirming hormone therapy and transgender women fertility: Histologic predictors of germ cell presence
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo33
09/04/2024- Lina Rigodanzo Marins
,
- Tiago Elias Rosito
,
- Lucia Maria Kliemann
,
- Edson Capp
,
- Helena von Eye Corleta
Visualizações407Abstract
Objective:
Evaluate histological changes in testicular parameters after hormone treatment in transgender women.
Methods:
Cross-section study with patients who underwent gonadectomy at Hospital de Clínicas de Porto Alegre from 2011 to 2019. Hormone treatment type, route of administration, age at initiation and duration were recorded. Atrophy parameters were observed: testicular volume, tubular diameter, basal membrane length, presence of spermatogonia and spermatids (diploid and haploid spermatozoid precursors).
Results:
Eighty-six patients were included. Duration of hormone treatment is associated with testicular atrophy and spermatogenesis arrest. Other characteristics of hormone treatment such as age of initiation, route of administration and type of treatment were not associated with testicular histological changes. Testicular volume may predict spermatogenesis arrest. Basal membrane length and tubular diameter ratio is an interesting predictor of germ cell presence.
Conclusion:
Cross-sex hormone treatment affects testicular germ cell presence. Basal membrane length and tubular diameter ratio reduces inter variability of measurements and better exemplify how atrophic seminiferous tubules are. Fertility preservation should be addressed by healthcare providers in order to recognize gender affirming treatment impact on transgender health.
Palavras-chave: FertilityFertility preservationGonadal steroid hormonesHormone treatmentSpermatogenesisTransgender personsTransgender womenVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. - Lina Rigodanzo Marins
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Original Article
Association of placental histopathological findings with COVID-19 and its predictive factors
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo3
00/00/2024
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Original ArticleAssociation of placental histopathological findings with COVID-19 and its predictive factors
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo3
00/00/2024Visualizações404Ver maisAbstract
Objective:
The aims of the study are to describe the association of coronavirus disease (COVID-19) with the abnormal histopathological findings in human placenta and to highlight the potential predictors of these histopathological findings.
Methods:
A retrospective cohort study, held in two obstetric units from January 2021- 2022, 34 patients who were confirmed cases of COVID- 19 were followed up till the time of delivery as their placenta were sent for histopathology. Patients diagnosed with other viral infections, chorioamnionitis, or were known case of as pre-term or term pre labour rupture of membrans (PROM) were excluded as well as pre exisiting diabetes mellitus or pre-eclampsia. Data analysis were performed using STATA software version 16.
Result:
Specific histopatological findings (fetal vascular malperfusion, maternal vascular malperfusion, inflammatory pathology and thrombotic finding) were significantly high among 13 (38.2%) of the study group who got infected earlier in pregnancy (P<0.001). The period between the diagnosis of COVID-19 and the delivery significantly increases the odds of the presence of pathological findings by 2.75 times for each week the patients getting infected earlier.
Conclusion:
Association of abnormal placental histopathological findings with COVID-19 infection in pregnancy and the potential predictor for the occurrence of placental findings is the longer duration between the diagnosis of the infection and the delivery.
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Original Article
Prevalence and factors associated with anxiety, depression and burnout in gynecology and obstetrics residents during the COVID-19 pandemic
- Maria Luiza de Castro Amaral
,
- Isabela Michel da Silva
,
- Alexandre Ferreira Bello
,
- Franciele Cascaes da Silva
,
- Gustavo Salata Romão
,
[ … ], - Alberto Trapani Júnior
00/00/2024
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Original ArticlePrevalence and factors associated with anxiety, depression and burnout in gynecology and obstetrics residents during the COVID-19 pandemic
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo17
00/00/2024- Maria Luiza de Castro Amaral
,
- Isabela Michel da Silva
,
- Alexandre Ferreira Bello
,
- Franciele Cascaes da Silva
,
- Gustavo Salata Romão
,
- Alberto Trapani Júnior
Visualizações405Abstract
Objective:
To determine the prevalence of anxiety, depression and burnout in residents of Gynecology and Obstetrics during COVID-19 pandemic in Brazil and its associated factors.
Methods:
Cross-sectional study involving all regions of Brazil, through the application of a sociodemographic questionnaire, the Hospital Anxiety and Depression Scale (HAD) and the Maslach Burnout Inventory (MBI-HSS) instrument. Multivariate analysis was performed after adjusting the Poisson model.
Results:
Among the 719 participating medical residents, screening was positive for anxiety in 75.7% and for depression in 49.8% of cases. Burnout syndrome was evidenced in 41.3% of the physicians studied. Those with depression are more likely to have anxiety (OR 0.797; 95%CI 0.687 – 0.925) and burnout syndrome (OR 0.847 95%CI 0.74 – 0.97). Residents with anxiety (OR 0.805; 95%CI 0.699 – 0.928) and burnout (OR 0.841; 95%CI 0.734 – 0.963) are more likely to have depression.
Conclusion:
High prevalence of anxiety, depression and burnout were found in residents of Gynecology and Obstetrics in Brazil, in addition to important correlations between anxiety-depression and depression-burnout.
Palavras-chave: AnxietyBrazilBurnout, psychologicalCOVID-19DepressionGynecologyinternship and residencymedical residencyMental healthObstetricspandemicsVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. - Maria Luiza de Castro Amaral
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Original Article
Translation, cross-cultural adaptation to Brazilian Portuguese and measurement properties of the WaLIDD score
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo16
00/00/2024
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Original ArticleTranslation, cross-cultural adaptation to Brazilian Portuguese and measurement properties of the WaLIDD score
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo16
00/00/2024Visualizações394Ver maisAbstract
Objective:
Dysmenorrhea is the pain related to menstruation; to screen for the symptoms, a working ability, location, intensity of days of pain, and dysmenorrhea (WaLIDD) score was created. The purpose of this work was to culturally adapt and assess the measurement properties of the WaLIDD score for dysmenorrhea in Brazilian women.
Methods:
In this cross-sectional online study, we evaluated women with and without dysmenorrhea. Criterion validity and construct validity were assessed, respectively, by the Receiver Operator Characteristic (ROC) curve and correlations with the bodily pain and social functioning domains of medical outcomes study 36-item short-form health survey (SF-36), self-report of absenteeism and Stanford Presenteeism Scale for presenteeism. Test-retest reliability and measurement errors were assessed, respectively, by intraclass correlation coefficient (ICC) and Bland and Altman Graph.
Results:
430 women completed the test, 238 (55.4%) women had dysmenorrhea, and 199 (46.3%) answered the questionnaire twice for the retest. The cutoff points ≥4, ≥5, and ≥5 could discriminate between women with and without dysmenorrhea, absenteeism, and presenteeism related to dysmenorrhea, respectively. Correlations between SF-36 – pain and social functioning domains and WaLIDD score were weak to strong and negative. For WaLIDD total Score, ICC was 0.95 and the limits of agreement were −1.54 and 1.62.
Conclusion:
WaLIDD score is a short, valid and reliable instrument to screen and predict dysmenorrhea and could predict absenteeism and presenteeism related to dysmenorrhea in Brazilian women.
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Original Article
Postpartum hemorrhage in electronic health records: risk factors at admission and in-hospital occurrence
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo14
00/00/2024
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Original ArticlePostpartum hemorrhage in electronic health records: risk factors at admission and in-hospital occurrence
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo14
00/00/2024Visualizações386Abstract
Objective:
Postpartum hemorrhage (PPH) is the leading cause of maternal death globally. Therefore, prevention strategies have been created. The study aimed to evaluate the occurrence of PPH and its risk factors after implementing a risk stratification at admission in a teaching hospital.
Methods:
A retrospective cohort involving a database of SISMATER® electronic medical record. Classification in low, medium, or high risk for PPH was performed through data filled out by the obstetrician-assistant. PPH frequency was calculated, compared among these groups and associated with the risk factors.
Results:
The prevalence of PPH was 6.8%, 131 among 1,936 women. Sixty-eight (51.9%) of them occurred in the high-risk group, 30 (22.9%) in the medium-risk and 33 (25.2%) in the low-risk group. The adjusted-odds ratio (OR) for PPH were analyzed using a confidence interval (95% CI) and was significantly higher in who presented multiple pregnancy (OR 2.88, 95% CI 1.28 to 6.49), active bleeding on admission (OR 6.12, 95% CI 1.20 to 4.65), non-cephalic presentation (OR 2.36, 95% CI 1.20 to 4.65), retained placenta (OR 9.39, 95% CI 2.90 to 30.46) and placental abruption (OR 6.95, 95% CI 2.06 to 23.48). Vaginal delivery figured out as a protective factor (OR 0.58, 95% CI 0.34 to 0.98).
Conclusion:
Prediction of PPH is still a challenge since its unpredictable factor arrangements. The fact that the analysis did not demonstrate a relationship between risk category and frequency of PPH could be attributable to the efficacy of the strategy: Women classified as “high-risk” received adequate medical care, consequently.
Palavras-chave: Electronic health recordsMaternal mortalityPostpartum hemorrhagePuerperal disordersRisk factorsVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Original Article
Vascular contraction of umbilical arteries of pregnant women with preeclampsia
- Gabriela Morelli Zampieri
,
- Priscila Rezeck Nunes
,
- Joelcio Francisco Abbade
,
- Carlos Alan Dias Junior
,
- Valeria Cristina Sandrim
00/00/2024
Visualizações385This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. Resumo
Original ArticleVascular contraction of umbilical arteries of pregnant women with preeclampsia
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2024;46:e-rbgo2
00/00/2024- Gabriela Morelli Zampieri
,
- Priscila Rezeck Nunes
,
- Joelcio Francisco Abbade
,
- Carlos Alan Dias Junior
,
- Valeria Cristina Sandrim
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Objective:
Potassium channels have an important role in the vascular adaptation during pregnancy and a reduction in the expression of adenosine triphosphate-sensitive potassium channels (Katp) has been linked to preeclampsia. Activation of Katp induces vasodilation; however, no previous study has been conducted to evaluate the effects of the inhibition of these channels in the contractility of preeclamptic arteries. Glibenclamide is an oral antihyperglycemic agent that inhibits Katp and has been widely used in vascular studies.
Methods:
To investigate the effects of the inhibition of Katp, umbilical arteries of preeclamptic women and women with healthy pregnancies were assessed by vascular contractility experiments, in the presence or absence of glibenclamide. The umbilical arteries were challenged with cumulative concentrations of potassium chloride (KCl) and serotonin.
Results:
There were no differences between the groups concerning the maternal age and gestational age of the patients. The percentage of smokers, caucasians and primiparae per group was also similar. On the other hand, blood pressure parameters were elevated in the preeclamptic group. In addition, the preeclamptic group presented a significantly higher body mass index. The newborns of both groups presented similar APGAR scores and weights.
Conclusion:
In the presence of glibenclamide, there was an increase in the KCl-induced contractions only in vessels from the PE group, showing a possible involvement of these channels in the disorder.
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Review Article
A tríade da atleta feminina/déficit energético relativo no esporte (RED-S)
- Alexandra Ruivo Coelho
,
- Gonçalo Cardoso
,
- Marta Espanhol Brito
,
- Inês Neves Gomes
,
- Maria João Cascais
30/07/2021
Visualizações119PlumX Metrics- Citations
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Review ArticleA tríade da atleta feminina/déficit energético relativo no esporte (RED-S)
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2021;43(5):395-402
30/07/2021- Alexandra Ruivo Coelho
,
- Gonçalo Cardoso
,
- Marta Espanhol Brito
,
- Inês Neves Gomes
,
- Maria João Cascais
Visualizações119Resumo
Emumaatleta saudável, oaporte calórico é suficientepara anecessidade energética esportiva e para as funções fisiológicas corporais, permitindo um equilíbrio entre disponibilidade energética (DE), metabolismo ósseo e função menstrual. Por outro lado, um desequilíbrio devido à baixa disponibilidade energética (BDE) por dieta restritiva, perturbações alimentares ou grandes períodos de gasto energético conduz a uma desregulação multissistêmica priorizando as funções essenciais do corpo. Este fenômeno, descrito inicialmente como tríade da mulher atleta e, atualmente, comodéfice energético relativo no esporte (RED-S, nasigla eminglês) tem como pilares a BDE, disfunção menstrual e alterações na densidade mineral óssea (DMO), estando presente em uma percentagem considerável de atletas de alta competição, com consequências nefastas para o seu futuro a curto, médio e longo prazo. A presente revisão foi realizada a partir da análise crítica das publicações mais recentes disponíveis e pretende proporcionar uma percepção global do tema RED-S. O objetivo é promover a aquisição de um conhecimento mais consolidado sobre uma temática subvalorizada, possibilitando a aquisição de estratégias preventivas, diagnóstico precoce e/ou tratamento adequado.
Palavras-chave: Amenorréiaatleta femininabaixa disponibilidade energéticadisfunção menstrualsaúde ósseaVer maisPlumX Metrics- Citations
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Review Article
Gestação de substituição comercial: Uma visão global
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(12):1141-1158
24/03/2022
Visualizações113This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. Resumo
Review ArticleGestação de substituição comercial: Uma visão global
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(12):1141-1158
24/03/2022Visualizações113Resumo
Objetivo
A gestação de substituição é o processo no qual uma mulher engravida e entrega um bebê a outra pessoa ou casal, conhecidos como pais pretendidos. Quando as gestantes são pagas, isto é conhecido como gestação de substituição comercial. O objetivo do presente trabalho é rever os aspectos legais, éticos, sociais e culturais da gestação de substituição comercial, bem como o panorama atual em todo o mundo.
Métodos
Trata-se de uma revisão da literatura publicada no século XXI sobre a gestação de substituição comercial.
Resultados
Um total de 248 artigos foi incluído nesta revisão. A demanda por tratamentos com gestação de substituição por mulheres sem útero ou com distúrbios uterinos importantes, homens solteiros e casais masculinos está aumentando constantemente em todo o mundo. Este tratamento reprodutivo tem dilemas éticos importantes. Além disso, a legislação é amplamente adiada em todo o mundo e está em constante mudança. Portanto, os pacientes procuram cada vez mais por tratamentos no exterior, o que pode levar a importantes problemas legais entre países com leis diferentes. A gestação de substituição comercial é praticada em vários países, na maioria dos quais não há legislação específica. Alguns países tomaram medidas restritivas contra esta técnica por causa de relatos de exploração destas mulheres.
Conclusão
A gestação de substituição comercial é uma prática comum, apesar de importantes dilemas éticos e legais. Como consequência de diversas legislações nacionais, os pacientes frequentemente recorrem a programas de gestação de substituição comercial internacionais. Atualmente, não existe um contexto jurídico internacional padrão e esta prática permanece em grande parte não regulamentada.
Palavras-chave: Bioéticafertilização em vitrogestação de substituiçãolegislação médicaturismo médicoVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Original Article
Prevalência de síndrome pré-menstrual e fatores associados entre acadêmicas de uma Universidade no Centro-Oeste do Brasil
- Ana Paula Rodrigues Rezende
,
- Fernanda Rassi Alvarenga
,
- Marcelo Ramos
,
- Débora Luiza Franken
,
- Juvenal Soares Dias da Costa
,
[ … ], - Vera Maria Vieira Paniz
08/04/2022
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Original ArticlePrevalência de síndrome pré-menstrual e fatores associados entre acadêmicas de uma Universidade no Centro-Oeste do Brasil
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(2):133-141
08/04/2022- Ana Paula Rodrigues Rezende
,
- Fernanda Rassi Alvarenga
,
- Marcelo Ramos
,
- Débora Luiza Franken
,
- Juvenal Soares Dias da Costa
,
- Marcos Pascoal Pattussi
,
- Vera Maria Vieira Paniz
Visualizações116Resumo
Objetivo
Investigar a prevalência de síndrome pré-menstrual (SPM) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) em alunas universitárias, os fatores associados à SPM, os sintomasmais prevalentes e a interferência dos sintomas nas atividades acadêmicas, familiares, sociais e de trabalho.
Métodos
Este estudo transversal incluiu 1.115 estudantes universitárias ≥18 anos da Universidade de Rio Verde, Goiás. Síndrome pré-menstrual e TDPM foram identificados por meio do Premenstrual Symptoms Screening Tool. As associações com fatores sociodemográficos, comportamentais, reprodutivos, nutricionais e de saúde foram investigadas utilizando-se a regressão de Poisson.
Resultados
A prevalência de SPM foi de 46,9% (intervalo de confiança [IC] de 95% 44,0-49,8) e de TDPM, 11,1% (IC 95% 9,3-13,0). Os sintomas mais prevalentes foram físicos, como sensibilidade mamária, distensão abdominal e ganho de peso (73%); seguidos por psicológicos, como comer demais/desejos por comida, chorar/mais sensível à rejeição (> 60%). Mais de 30% relataram que os sintomas interferiam de forma moderada a grave em suas atividades sociais e acadêmicas. Após análise ajustada, a SPM foi mais prevalente naquelas que estava cursando o 1°/2° semestre da faculdade (razão de prevalência [RP] 1,44; IC 95% 1,14-1,80), as que haviam consumido álcool nos últimos 30 dias (RP 1,23; IC 95% 1,04-1,47), e as que tinha depressão (RP 1,49; IC 95% 1,30-1,71).
Conclusão
Quase metade das universitárias tinha SPM e cerca de 11%, TDPM. Os sintomas físicos foram os mais comuns e interferiram de forma moderada a grave em vários aspectos da vida. Frequentar os primeiros semestres, consumir álcool e ter depressão foram fatores de risco para SPM. A identificação dos fatores de risco para a SPM é essencial para prevenir os sintomas e reduzir o impacto da síndrome.
Palavras-chave: EstudantesEstudos transversaisFatores de riscosíndrome prémenstrualtranstorno disfórico pré-menstrualVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. - Ana Paula Rodrigues Rezende
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Review Article
Intervenções em gestantes na área da musicoterapia: Uma revisão sistemática
- Bruna Mayumi Omori Shimada
,
- Magda da Silva Oliveira Menezes dos Santos
,
- Mayara Alvares Cabral
,
- Vanessa Oliveira Silva
,
- Gislaine Cristina Vagetti
30/07/2021
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Review ArticleIntervenções em gestantes na área da musicoterapia: Uma revisão sistemática
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2021;43(5):403-413
30/07/2021- Bruna Mayumi Omori Shimada
,
- Magda da Silva Oliveira Menezes dos Santos
,
- Mayara Alvares Cabral
,
- Vanessa Oliveira Silva
,
- Gislaine Cristina Vagetti
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Objetivo
Investigar na literatura os estudos sobre os benefícios das intervenções musicoterapêuticas em gestantes no pré-natal, parto e pós-parto.
Fontes dos dados
A busca dos artigos foi realizada nas seguintes bases de dados eletrônicas: BVS, LILACS, SciELO, Portal CAPES, PsycINFO, ERIC, PubMed/Medline e revistas especializadas da área: Revista Brasileira de Musicoterapia e Voices.
Seleção dos estudos
Utilizaram-se descritores em português (musicoterapia, gravidez, gestantes, revisão), em inglês (music therapy, pregnancy, pregnant women, review) e em espanhol (musicoterapia, embarazo, mujeres embarazadas, revisión). A busca foi delimitada de janeiro de 2009 até junho de 2019. Os processos de seleção e avaliação dos artigos foram realizados por revisão por pares.
Coleta de dados
Os seguintes dados foram extraídos: título do artigo, ano da publicação, revista, autor(es), base de dados, país e data da coleta, objetivo do estudo, tamanho da amostra, tipo de atendimento, intervenção, instrumentos utilizados, resultados, e conclusão. Os dados foram organizados emordem cronológica a partir do ano de publicação do estudo.
Síntese dos dados
Foram identificados 146 artigos e incluídos apenas 23 estudos na revisão sistemática. Os artigos encontrados indicam em seus resultados relaxamento, diminuição dos níveis de ansiedade, de estresse psicossocial e de depressão, diminuição da dor, aumento do vínculo materno, melhora da qualidade do sono, controle da frequência cardíaca fetal e da pressão arterial materna, e diminuição da ingestão de fármacos no pós-operatório.
Conclusões
A musicoterapia durante o pré-natal, parto e pós-parto pode trazer benefícios para a gestante e para o neonato, o que justifica sua importância nessa área.
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Review Article
Intervenção psicológica baseada na terapia cognitivocomportamental na endometriose: Uma revisão sistemática
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(3):295-303
27/06/2022
Visualizações108This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. Resumo
Review ArticleIntervenção psicológica baseada na terapia cognitivocomportamental na endometriose: Uma revisão sistemática
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(3):295-303
27/06/2022Visualizações108Resumo
Introdução
A endometriose é uma doença inflamatória que afeta mulheres em idade reprodutiva, causando dor e possibilidade de infertilidade. A endometriose foi associada a baixa qualidade de vida e pesquisas mostram o impacto da endometriose emdiversas áreas da vida, justificando como tais pacientes têmmaior probabilidade de desenvolver depressão, ansiedade e estresse.
Objetivo
O objetivo da presente revisão sistemática foi explorar o campo da psicologia na endometriose, identificando estudos que usaram a técnica da terapia cognitiva comportamental como tratamento da endometriose e da dor pélvica crônica.
Métodos
As palavras chaves utilizadas foram Endometriose AND Terapia comportamental; Disciplinas e atividades comportamentais; Terapia cognitiva comportamental; Saúde mental; Técnicas psicológicas; Psicologia; Psicoterapia; Serviços de saúde mental, e a busca foi realizada nos bancos de dados PubMed / Medline, SCIELO, LILACS e CAPES. O estudo seguiu as diretrizes dos Principais Itens para Relatar Revisões Sistemáticas e Metanálises (PRISMA, na sigla em inglês) e foram considerados todos os estudos cuja estratégia de intervenção utilizada estava relacionada à terapia cognitivocomportamental.
Resultados
Dos 129 artigos encontrados, somente 5 foram selecionados, e foi possível identificar que a intervenção psicológica cuja abordagem trouxe técnicas da terapia cognitivo-comportamental promoveu diminuição na sensação de dor, melhora nos escores de depressão e estresse e mudanças significativas em aspectos da qualidade de vida como vitalidade, funcionalidade física e social, bem-estar emocional, controle e autonomia.
Conclusão
A terapia cognitivo-comportamental pode ser muito promissora para o tratamento psicológico/emocional de quem tem endometriose. No entanto, a presente revisão sistemática destaca a necessidade de desenvolver estudos mais estruturados com métodos consistentes, claros e replicáveis para se chegar a um protocolo de intervenção psicológica para pacientes que convivem com esse quadro ginecológico-físico-emocional.
Palavras-chave: dor pélvica crônicaEndometrioseintervenção psicológicaQualidade de vidarevisões sistemáticasterapia cognitivocomportamentalVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. -
Original Article
Rastreamento da depressão perinatal através da escala de depressão pós-parto de Edinburgh
- Tenilson Amaral Oliveira
,
- Guilherme Guarany Cardoso Magalhães Luzetti
,
- Márcia Maria Auxiliadora Rosalém
,
- Corintio Mariani Neto
04/03/2022
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Original ArticleRastreamento da depressão perinatal através da escala de depressão pós-parto de Edinburgh
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(5):452-457
04/03/2022- Tenilson Amaral Oliveira
,
- Guilherme Guarany Cardoso Magalhães Luzetti
,
- Márcia Maria Auxiliadora Rosalém
,
- Corintio Mariani Neto
Visualizações113Ver maisResumo
Objetivo
Identificar as pacientes com quadro de depressão na gravidez e puerpério imediato através da escala de depressão pós-parto de Edimburgo (EPDS).
Métodos
Estudo observacional transversal que incluiu 315mulheres no ciclo grávidopuerperal com idades entre 14 e 44 anos, que foramatendidas no HospitalMaternidade Leonor Mendes de Barros entre 1° de Julho de 2019 e 30 de Outubro de 2020. O ponto de corte utilizado foi ≥ 12 da EPDS para definir se a paciente apresentava depressão.
Resultados
Encontramos 62 (19,7%) com depressão. Baixa renda familiar, multiparidade, menor número de consultas pré-natal, antecedentes de transtornos emocionais, insatisfação com a gravidez, mau relacionamento com o parceiro, e agressão psicológica foram fatores de risco associados à depressão na gravidez ou no período pós-parto imediato. Antecedentes de depressão e agressão psicológica durante a gravidez foram preditores significativos de depressão perinatal na análisemultivariada.
Conclusão
O estudo mostrou uma associação significativa entre a ocorrência de depressão e os fatores psicossociais acima mencionados. O pré-natal e o puerpério imediato permitem identificar através da EPDS tais pacientes e estabelecer uma linha de cuidados para melhorar o bem-estar materno e do recém-nascido.
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Review Article
A correlação entre clamídia trachomatis e infertilidade feminina: Uma revisão sistemática
- Laura Gazal Passos
,
- Paula Terraciano
,
- Nicole Wolf
,
- Fernanda dos Santos de Oliveira
,
- Isabel de Almeida
,
[ … ], - Eduardo Pandolfi Passos
15/08/2022
Visualizações119This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. Resumo
Review ArticleA correlação entre clamídia trachomatis e infertilidade feminina: Uma revisão sistemática
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(6):614-620
15/08/2022- Laura Gazal Passos
,
- Paula Terraciano
,
- Nicole Wolf
,
- Fernanda dos Santos de Oliveira
,
- Isabel de Almeida
,
- Eduardo Pandolfi Passos
Visualizações119Resumo
O impacto da infecção por Chlamydia trachomatis (CT) na fertilidade feminina ainda não está completamente estabelecido, uma vez que o nível de evidência associando esses fatores ainda é insignificante. Assim, o objetivo desta revisão é contribuir para uma melhor elucidação deste assunto. A base de dados eletrônica escolhida foi a Medline/PubMed, com a última pesquisa em 11 de maio de 2021. Utilizou-se como filtro a data de publicação, sendo selecionados os 5 anos anteriores. Foram usados os seguintes descritores: Chlamydia trachomatis E infertility; Chlamydia trachomatis E tubal alteration E infertility; Chlamydia E low pregnancy rates. Dos 322 estudos selecionados, 293 que não atenderam aos nossos critérios de elegibilidade foram excluídos. Posteriormente, retiramos sete estudos por não terem como foco principal a possível correlação entre infecção por CT e infertilidade feminina e três por tratarem de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) em geral. Além disso, dois estudos concebidos como revisões também foram excluídos. Portanto, incluímos 17 estudos em nossa análise qualitativa. Os autores realizaram pesquisas individualmente e analisaram criteriosamente os estudos selecionados. Como obtivemos as informações necessárias para nosso estudo por meio da leitura dos textos, nenhum contato foi feito com os autores. Esta revisão sistemática corrobora a hipótese de que a infecção por CT potencializa a infertilidade feminina, pois 76,47% dos estudos incluídos encontraram correlação positiva entre eles. Concluímos que existe uma associação importante entre infecção por CT e infertilidade feminina. Portanto, tornar os procedimentos de triagem por CT parte da rotina de investigação de infertilidade é relevante e justificável.
Palavras-chave: clamídia trachomatisinfecções sexualmente transmissíveisInfertilidadeinfertilidade tubáriareprodução humanaVer maisThis is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. - Laura Gazal Passos
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Review Article
Síndrome do ovário policístico na adolescência: Desafios no diagnóstico e tratamento
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(4):425-433
27/06/2022
Visualizações90This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. Resumo
Review ArticleSíndrome do ovário policístico na adolescência: Desafios no diagnóstico e tratamento
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2022;44(4):425-433
27/06/2022Visualizações90Ver maisResumo
Diagnosticar a síndrome do ovário policístico (SOP) durante a adolescência é um desafio, uma vez que o desenvolvimento puberal normal se sobrepõe às características típicas desta síndrome. Os autores têm por objetivo resumir as evidências existentes sobre a SOP na adolescência, particularmente seus critérios diagnósticos e opções terapêuticas. Uma pesquisa em bases de dados médicas como PubMed e MedScape foi realizada. Os critérios de diagnóstico incluem ciclos menstruais irregulares de acordo com o tempo pós-menarca e evidência de hiperandrogenismo clínico e/ou hiperandrogenismo bioquímico, após exclusão de outras causas. A morfologia policística dos ovários não deve ser usada como um critério diagnóstico. O tratamento deve ser direcionado às manifestações e/ou comorbilidades, mesmo na ausência de um diagnóstico definitivo. As intervenções no estilo de vida são o tratamento de primeira linha. Contraceptivos orais combinados, metformina ou antiandrogênios também podem ser considerados como adjuvantes. O rastreamento da SOP na adolescência é fundamental, pois permite uma intervenção precoce ao nível dos sintomas e comorbilidades presentes levando a melhores resultados reprodutivos e metabólicos a longo prazo.
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