Ginecologia Archives - Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia

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    Um estudo do cenário atual da residência em obstetrícia e ginecologia durante a pandemia de COVID-19

    . ;:377-383

    Resumo

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    Um estudo do cenário atual da residência em obstetrícia e ginecologia durante a pandemia de COVID-19

    . ;:377-383

    DOI 10.1055/s-0043-1772181

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    Resumo

    Objetivo

    Analisar o impacto pandemia de COVID-19 sobre a residência de ginecologia e obstetrícia do Estado de São Paulo.

    Métodos

    Estudo transversal desenvolvido por representantes dos residentes da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP). Foram coletados dados de questionários aplicados aos residentes de ginecologia e obstetrícia cadastrados no site da SOGESP em fevereiro de 2022. Os entrevistados responderam sobre repercussões da pandemia sobre a residência médica e se tiveram suporte técnico e psicológico durante o período.

    Resultados

    Foram levantados 247 questionários de residentes de ginecologia e obstetrícia. Os residentes apresentaram idade de 28,3 ± 3 anos, sendo a maioria do sexo feminino (88,4%). O deslocamento para “covidários” foi referido por 62,34% dos avaliados, porém somente 35,6% referiram equipamento de proteção individual completamente adequado e apenas 7,7% referiram instrução completa teórica e técnica para o suporte destes pacientes. Quase a totalidade dos entrevistados afirmou que o setor de ginecologia foi o mais afetado. A maioria dos entrevistados considerou que o os residentes do segundo ano foram os que tiveram maior prejuízo, sendo que mais da metade dos residentes do 1° e 2° ano afirmou ter desejado desistir da residência durante a pandemia. Mais de 80% dos residentes referiram aulas teóricas e/ou apresentação de artigos online, reforçando o fato de que as atividades virtuais ganharam um espaço maior dentro da residência médica.

    Conclusão

    A pandemia impactou nas residências em maior proporção nos ambulatórios e cirurgias ginecológicas, interferindo também sobre o desejo do médico de seguir com o programa.

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    Um estudo do cenário atual da residência em obstetrícia e ginecologia durante a pandemia de COVID-19
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    Más notícias em obstetrícia e ginecologia: Devemos falar sobre isso

    . ;:621-628

    Resumo

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    Más notícias em obstetrícia e ginecologia: Devemos falar sobre isso

    . ;:621-628

    DOI 10.1055/s-0042-1742316

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    Resumo

    Dar más notícias é comum em obstetrícia e ginecologia. Porém, é difícil e poucos médicos recebem treinamento sobre como lidar com essa situação. Esta revisão narrativa tem como objetivo reunir, analisar e sintetizar parte do conhecimento sobre a área, com foco na obstetrícia. Dentre os 16 artigos selecionados, dois são estudos de intervenção randomizados e controlados, e a maioria dos estudos refere-se à obstetrícia. Os resultados encontrados ressaltaram que simulação, feedback/entrevistas, palestras e protocolos podem melhorar o desempenho dos médicos na comunicação de más notícias. Para os pacientes, o contexto e como as informações são transmitidas parecem ter maior impacto do que o conteúdo das notícias. Os obstetras e ginecologistas poderiam se beneficiar de cursos e protocolos específicos, dadas as particularidades da especialidade. Faltam evidências sobre a forma mais eficaz de realizar esse treinamento. Encontrar formas validadas de quantificar e classificar os resultados dos estudos na área, permitindo uma análise objetiva dos resultados, é um dos maiores desafios neste tema.

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    Más notícias em obstetrícia e ginecologia: Devemos falar sobre isso
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    Pesquisa epidemiológica sobre a percepção dos efeitos adversos dos métodos contraceptivos por mulheres no Brasil

    . ;:25-31

    Resumo

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    Pesquisa epidemiológica sobre a percepção dos efeitos adversos dos métodos contraceptivos por mulheres no Brasil

    . ;:25-31

    DOI 10.1055/s-0041-1741410

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    Resumo

    Objetivo

    Este estudo é destinado a entender a percepção de pacientes sobre os efeitos adversos dosmétodos contraceptivos para aprimorar o atendimentomédico e a aderência das mulheres ao tratamento.

    Métodos

    Um questionário online foi disponibilizado para que mulheres no Brasil respondessem a fim de avaliar a sua percepção em relação aos efeitos adversos e a associação desses aos métodos contraceptivos.

    Resultados

    Das 536 mulheres que responderam, 346 (64,5%) alegaram uso atual de método contraceptivo. Cento e vinte e duas (122-34,8%) mulheres disseram que já haviam parado o uso de métodos contraceptivos devido aos seus efeitos adversos. Quanto ao método contraceptivo em uso, o mais frequentemente utilizado foi o contraceptivo hormonal oral combinado (212-39,6%). Quando calculamos o risco relativo para cefaleia, foi encontrado um risco relativo de 2,1282 (1,3425-3,3739; 95% intervalo de confiança [IC]), sugerindo que o uso das pílulas aumenta o risco de ocorrência desse efeito adverso, bem como de edema, cujo risco relativo foi de 1,4435 (1,0177-2,0474; 95% IC). Em relação à redução da libido, o uso de contraceptivo hormonal oral combinado foi também considerado um fator de risco, pois seu risco relativo foi 1,8805 (1,3527-2,6142; 95% IC). No que se refere à acne, o uso de contraceptivos hormonais demonstrou ser um fator de proteção, com risco relativo de 0,3015 (0,1789-0,5082; 95% IC).

    Conclusão

    A escolha de um método contraceptivo deve sempre ser individualizada, e as pacientes devem participar igualmente nesse processo sabendo dos benefícios e malefícios esperados de cada método e hormônio, quando presente.

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    Transformação de alto grau em carcinoma adenoide cístico de glândula de Bartholin: relato de caso

    . ;:980-984

    Resumo

    Case Report

    Transformação de alto grau em carcinoma adenoide cístico de glândula de Bartholin: relato de caso

    . ;:980-984

    DOI 10.1055/s-0041-1736301

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    Introdução

    Este estudo relata o caso de um carcinoma adenoide cístico (CAC) de glândula de Bartholin com transformação de alto grau. O CAC de glândula de Bartholin é um tumor raro, e sua transformação de alto grau é relatada somente em tumores de cabeça e pescoço.

    Relato de caso

    Paciente de 77 anos de idade, do sexo feminino, com lesão vulvar não ulcerada na topografia da glândula de Bartholin direita. A paciente foi submetida a ressecção do tumor e realização de retalho em V-Y, seguidas de radioterapia adjuvante. O exame histopatológico revelou CAC primário de glândula de Bartholin, com áreas de transformação de alto grau e invasão perineural. O estudo imunohistoquímico com p53 mostrou reação positiva difusa e intensa em áreas com transformação de alto grau. Após 24 meses de seguimento, a paciente apresentou metástases à distância e faleceu, apesar de ter sido submetida a quimioterapia.

    Conclusão

    Pelo que sabemos, este caso é a primeira descrição na literatura de transformação de alto grau em CAC de glândula de Bartholin, e a transformação de alto grau parece estar associada à agressividade do tumor.

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    Transformação de alto grau em carcinoma adenoide cístico de glândula de Bartholin: relato de caso
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    Atitudes de pacientes ginecológicos em medicina alternativa e complementar: Experiência em uma clínica terciária

    . ;:853-861

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    Atitudes de pacientes ginecológicos em medicina alternativa e complementar: Experiência em uma clínica terciária

    . ;:853-861

    DOI 10.1055/s-0041-1739462

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    Objetivo

    Avaliar o conhecimento, as atitudes e os comportamentos em relação aos métodos de medicina complementar e alternativa de pacientes internadas em ambulatórios de ginecologia.

    Métodos

    Na presente pesquisa, um questionário sobre práticas de medicina complementar e alternativa foi aplicado a 1.000 mulheres (idades entre 18 e 83 anos) que foram admitidas nos ambulatórios de ginecologia de uma maternidade terciária. Características demográficas e conhecimento, atitudes e comportamentos sobre esses métodos foram investigados em entrevistas pessoais.

    Resultados

    Enquanto 80,7% do total de participantes achavam que a medicina complementar e alternativa era benéfica, apenas 37,5% deles haviam usado esses métodos anteriormente. A taxa de conhecimento prévio sobre o assunto foi de 59,7% e a fonte de informação foi médica para 8,5% dos pacientes. No entanto, 72,4% de todos os participantes queriam obter informações sobre esses métodos e 93,7% queriam ser informados por médicos. No modelo de árvore de decisão, ter conhecimento sobre medicina complementar e alternativa foi o fator mais eficaz para determinar seu uso (p<0,001). A fitoterapia foi o método mais utilizado, com 91,4%. A planta preferida foi a cebola (18,9%), e osmotivos mais comuns para o uso de ervas foram estresse (15,4%) e fadiga (15,2%).

    Conclusão

    Mais de um terço das pacientes que se inscreveram no ambulatório de ginecologia utilizaram um dos métodos de medicina complementar e alternativa pelo menos uma vez. Como ginecologistas e obstetras, precisamos ter mais conhecimento sobre estes métodos a fimde fornecer orientações corretas aos nossos pacientes para o acesso a informações precisas e eficazes.

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    Qualidade de vida de mulheres com lesões induzidas Pelo Papilomavírus Humano

    . ;:211-217

    Resumo

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    Qualidade de vida de mulheres com lesões induzidas Pelo Papilomavírus Humano

    . ;:211-217

    DOI 10.1055/s-0040-1709192

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    Objetivo

    Desvelar as alterações na qualidade de vida referidas por mulheres com lesões induzidas pelo papilomavírus humano (HPV).

    Métodos

    Trata-se de um estudo transversal, descritivo-exploratório, de abordagem qualitativa, realizada no período de junho a agosto de 2016. Foram utilizadas entrevistas semiestruturadas face a face, a partir de cinco questões fundamentadas no conceito de qualidade de vida. Os dados obtidos foram submetidos a análise temática. Todos os aspectos éticos foram contemplados.

    Resultados

    Foram entrevistadas 20 mulheres com idades entre 25 e 59 anos. A partir da análise dos dados, emergiram as seguintes unidades temáticas: alterações físicas e emocionais com destaque para as queixas de prurido, corrimento e dor, preocupação, medo, vergonha e tristeza; alterações nas relações sexuais e afetivas com diminuição da libido, dispareunia e interrupção da atividade sexual; alterações nas relações sociais com ausências consecutivas no trabalho.

    Conclusão

    A infecção pelo HPV prejudica a qualidade de vida das mulheres, uma vez que afeta de maneira considerável os aspectos sexuais, afetivos, físicos, emocionais e hábitos cotidianos. Portanto, a infecção pelo HPV pode acarretar mudanças exponenciais na qualidade de vida de mulheres, as quais podem ser amenizadas pela disponibilidade de fontes de apoio, como família, amigos e equipe multiprofissional, que auxiliam no nível de conhecimento e enfrentamento do HPV.

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    Atitudes e atributos pessoais relativos à receptividade das pacientes à participação de estudantes de medicina em consultas ginecológicas: Um estudo de corte transversal

    . ;:613-620

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    Atitudes e atributos pessoais relativos à receptividade das pacientes à participação de estudantes de medicina em consultas ginecológicas: Um estudo de corte transversal

    . ;:613-620

    DOI 10.1055/s-0039-1697984

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    Objetivo

    Avaliar a associação entre as razões das pacientes para consentir ou recusar a presença de estudantes de medicina no ambulatório de Ginecologia, considerando seus fatores demográficos, experiência prévia com alunos, e sensibilidade com relação ao gênero.

    Métodos

    Entrevistas com as pacientes que aguardavam consultas ginecológicas previamente agendadas no Hospital Universitário de Brasília. Análises de contingência foram utilizadas para determinar os níveis de associação entre as variáveis das pacientes. Valores de p<0.05 foram considerados estatisticamente significativos.

    Resultados

    Foram entrevistadas 469 pacientes. Observou-se forte associação entre o conforto com a presença do estudante e o número destes presentes à consulta (V de Cramér=0.671). A tendência ao consentimento (relação de motivos para consentir ou discordar da presença do estudante) relacionou-se significativamente (p<0.001) à maior receptividade à participação dos alunos (ρ=0.482), a uma avaliação positiva do comportamento aluno-médico em consultas anteriores (ρ =0.253, N=408), e a maior escolaridade das pacientes (ρ =0.158). Observou-se associação significativa entre receptividade das pacientes (p<0.001) e ausência de discriminação quanto ao gênero do médico (V de Cramér=0.388), experiência prévia com estudantes (V de Cramér =0.235), ciência de que estariam presentes à consulta (V Cramér=0.217), idade mais avançada (ρ=0.136; p=0.003), e multiparidade (ρ=0.102; p=0.027).

    Conclusão

    Maior receptividade à participação dos estudantes relacionou-se a cinco condições em ordem decrescente de força de associação: ausência de discriminação quanto ao gênero do médico ginecologista-obstetra, experiência prévia com estudantes, conhecimento antecipado sobre a presença deles, idade mais avançada, e multiparidade. Também foi observada correlação positiva entre maior tendência ao consentimento e maior receptividade à participação dos alunos e comportamento adequado médico-estudante.

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    Tuberculose vulvar – Uma manifestação rara da doença

    . ;:575-578

    Resumo

    Case Report

    Tuberculose vulvar – Uma manifestação rara da doença

    . ;:575-578

    DOI 10.1055/s-0039-1695020

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    Resumo

    A tuberculose é uma doença infeciosa causada pelo Mycobacterium tuberculosis. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, esta doença mantém-se entre as principais causas demorte nomundo. Embora afetemais frequentemente os pulmões, a tuberculose pode comprometer qualquer órgão. O presente artigo relata um caso raro de tuberculose vulvar numa mulher na pós-menopausa, com antecedentes de tuberculose pleural e pulmonar assintomática, sem contato documentado com o bacilo. O diagnóstico foi feito com base na biópsia da lesão vulvar, com achados histológicos sugestivos da infeção e isolamento do M. tuberculosis pormeios de cultura e pela técnica da reação em cadeia da polimerase (PCR). Após terapêutica tuberculostática, as lesões reverteram.

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    Tuberculose vulvar – Uma manifestação rara da doença

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